Até que ponto a sua fábrica gere bem o desempenho?
O Factory Excellence Index avalia o sistema de gestão que está por trás dos seus resultados: como as perdas se tornam visíveis, como os turnos reagem, como os problemas se resolvem de vez. Trinta perguntas, quinze minutos, um relatório privado no próprio dia.
- 30 perguntas
- 6 pilares
- 12–15 minutos
- Relatório privado
- Sem qualquer compra

O que recebe no fim
A sua pontuação FEI e o seu nível
Uma pontuação em 1000 e um nível de 1 Reativo a 5 Excelente, calculados com o método publicado.
Uma imagem pilar a pilar
Um radar dos seus seis pilares, para ver num relance se são os dados, as rotinas, a resolução de problemas ou as pessoas que estão a travar o resto.
As suas três maiores lacunas
Os três pontos mais fracos nas suas respostas, cada um com uma ação concreta a realizar nos próximos 90 dias.
Um caminho para o reconhecimento
As fábricas no Nível 3 ou acima podem pedir a verificação por um júri independente e ser consideradas para uma Factory Excellence Recognition regional.
Como funciona
Avaliar
Responda a 30 perguntas sobre a sua linha gargalo numa semana normal. Cada resposta descreve uma prática observável, do nível 1 ao nível 5.
Ler o relatório
A pontuação, o nível, o radar, o padrão de perfil e as ações a 90 dias aparecem no ecrã. Imprima-o ou guarde-o em PDF para a sua equipa.
Ser verificado (opcional)
Partilhe algumas evidências e dedique 45 minutos a uma videochamada com dois jurados. O estatuto de fábrica verificada é datado e vale 12 meses.
Ser reconhecido
Duas vezes por ano, o júri de cada liga analisa as fábricas verificadas e atribui reconhecimento no Nível 3, 4 ou 5, além das distinções Most Improved e Frontline Team.
Seis pilares, trinta práticas
O Índice olha para as práticas que decidem se os bons resultados se repetem. Não ordena valores de OEE, que dependem do mix de produtos, da idade dos equipamentos e do setor.
Visibilidade do desempenho
Como as perdas são registadas, quanto tempo a linha demora a saber que está atrasada e se as pessoas confiam nos números.
Ler o guia →Pilar 2 · 5 perguntasGestão diária e rotinas de turno
O ritmo de reuniões, passagens de turno, quadros e escalamento que transforma os dados em ação no próprio dia.
Ler o guia →Pilar 3 · 5 perguntasResolução de problemas de perdas e paragens
Como as perdas são priorizadas, analisadas, eliminadas de vez e impedidas de voltar.
Ler o guia →Pilar 4 · 5 perguntasMotor de melhoria
Como a melhoria é planeada, dotada de recursos, concluída, normalizada e sustentada.
Ler o guia →Pilar 5 · 5 perguntasPessoas e responsabilização no chão de fábrica
Competências, envolvimento das equipas de produção, capacidade dos chefes de equipa, reconhecimento e escuta.
Ler o guia →Pilar 6 · 5 perguntasFundamentos de dados e conectividade
Conectividade das máquinas, dados de referência, integração, acesso aos dados e segurança OT básica.
Ler o guia →Cinco níveis
O seu nível global acompanha a sua resposta média, com uma regra: não pode ficar mais do que um nível acima do seu pilar mais fraco.
O desempenho é gerido de memória e a partir da última crise. As perdas são em grande parte invisíveis e as correções raramente duram.
Nível 2Consciente200–399A fábrica mede algumas perdas e tem algumas rotinas, mas os dados chegam tarde, os métodos variam e muitas ações ficam em aberto.
Nível 3Estruturado400–599Definições, rotinas e métodos estão escritos e são seguidos. A fábrica reage dentro do turno e ataca as suas principais perdas todas as semanas.
Nível 4Proativo600–799As perdas veem-se dentro da hora, os problemas são resolvidos ao nível certo e as melhorias são verificadas, normalizadas e sustentadas.
Nível 5Excelente800–1000Todo o sistema funciona com dados fiáveis em tempo real, as equipas de produção são donas dos seus resultados e as boas práticas espalham-se entre linhas e fábricas.
Porquê um índice de práticas de gestão
Duas fábricas com o mesmo OEE podem estar em estados de saúde muito diferentes. Uma chega ao seu valor graças a um ritmo diário que encontra e elimina perdas; a outra chega lá com horas extraordinárias, capacidade de reserva e meia dúzia de pessoas que conhecem todas as máquinas. Só a primeira ainda lá estará no próximo ano.
O Índice avalia o que está por trás do número: quanto tempo uma linha demora a saber que está atrasada, se uma paragem desencadeia uma resposta conhecida, se uma correção é verificada e passa a ser o padrão, se as equipas do chão de fábrica são donas dos seus resultados. É isto que um diretor de fábrica consegue mudar em 90 dias.
Para comparações e calculadoras de OEE, consulte oee-benchmark.org. O Índice fica deliberadamente fora dessa comparação.
Reconhecimento regional, decidido por profissionais independentes
O reconhecimento funciona em cinco ligas regionais, para que cada fábrica seja comparada com pares que enfrentam mercados de trabalho, regulamentação e clientes semelhantes. O primeiro ciclo decorre na liga França e Europa Ocidental e na liga Américas, com data-limite a 31 de março de 2027. As outras ligas já estão abertas à avaliação e abrirão o reconhecimento quando os seus júris estiverem constituídos.
Os jurados são profissionais independentes que assinam uma carta do júri pública. Nenhum colaborador da TEEPTRAK faz parte de um júri, e a equipa comercial nunca participa na avaliação.
- França e Europa OcidentalReconhecimento aberto · data-limite 31 de março de 2027
- AméricasReconhecimento aberto · data-limite 31 de março de 2027
- Europa Central e de LesteAvaliação aberta · reconhecimento mais tarde
- Grande ChinaAvaliação aberta · reconhecimento mais tarde
- Índia, Médio Oriente e TurquiaAvaliação aberta · reconhecimento mais tarde
Quem gere o Índice
O Factory Excellence Index é gerido pela TEEPTRAK SAS, uma empresa francesa que vende software de monitorização da produção. Dizemo-lo com toda a clareza porque isso conta para a forma como lê o Índice. Participar não exige qualquer compra, e as fábricas que usam qualquer sistema, ou nenhum, são avaliadas e reconhecidas exatamente da mesma maneira.
O que ganhamos com isto: uma visão agregada de como as fábricas gerem o desempenho, e a possibilidade de falar com as fábricas que queiram ajuda, se a pedirem. O acordo completo está na página quem gere o Índice.
Perguntas
O que é o Factory Excellence Index?
O Factory Excellence Index (FEI) é uma avaliação gratuita da forma como uma fábrica é gerida no dia a dia. Trinta perguntas cobrem seis pilares: visibilidade do desempenho; gestão diária e rotinas de turno; resolução de problemas de perdas e paragens; motor de melhoria; pessoas e responsabilização no chão de fábrica; e fundamentos de dados e conectividade. Cada fábrica recebe uma pontuação de 0 a 1000, um nível de 1 a 5 e um relatório com as suas três maiores lacunas. As fábricas no Nível 3 ou acima podem ir mais longe e pedir a verificação.
O Índice mede o OEE?
Não. Mede as práticas de gestão: como as perdas são registadas, como funcionam as reuniões e o escalamento, como os problemas são resolvidos e se as melhorias duram. O OEE é um resultado dessas práticas, não as práticas em si. O perfil pede um intervalo de OEE, apenas por escalões, e esse valor não entra na pontuação. Para comparações de OEE, consulte oee-benchmark.org; para guias sobre monitorização, consulte factorymetrics.org.
A quem se destina?
A qualquer fábrica, de qualquer setor e dimensão, quer funcione com um sistema de monitorização, com folhas de cálculo ou em papel. As perguntas foram escritas para diretores de fábrica, diretores de operações, responsáveis de melhoria contínua e diretores de produção, mas qualquer pessoa que conheça bem o chão de fábrica pode responder. Cada pergunta descreve práticas observáveis no terreno, por isso as respostas não dependem do vocabulário de cada empresa.
Tem algum custo, ou obriga a comprar alguma coisa?
Não. A avaliação, o relatório e a verificação são gratuitos, e participar não exige a compra de nenhum produto ou serviço. O Índice está aberto a fábricas que usem qualquer sistema, ou nenhum. É gerido pela TEEPTRAK SAS, uma empresa que vende software de monitorização da produção. Indicamo-lo em todas as páginas, e a página quem gere o Índice explica como a avaliação se mantém separada da atividade comercial.
Quanto tempo demora a avaliação?
Entre 12 e 15 minutos para 30 perguntas, cinco por pilar. Cada pergunta tem cinco respostas-âncora que descrevem práticas observáveis, da mais básica à mais avançada. Responda a pensar na sua linha gargalo numa semana normal, não na melhor, e escolha a resposta que descreve o que acontece hoje, e não o que um procedimento diz que deveria acontecer. Pode começar já a avaliação.
Quem, na fábrica, deve responder?
Uma pessoa pode fazê-la sozinha. As respostas são mais fiáveis quando duas ou três pessoas que veem o terreno todos os dias as acordam em conjunto, por exemplo o diretor de fábrica com um diretor de produção e um chefe de equipa. Uma divergência sobre uma resposta já é, por si só, informação útil. Se não a conseguirem resolver, escolham a resposta mais baixa; de qualquer forma, a verificação iria testá-la com evidências.
Quinze minutos para ver a sua fábrica como um júri a veria
Responda a pensar na sua linha gargalo numa semana normal. O relatório é seu, e nada é publicado sem o seu consentimento.
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